Olho para o mar e sinto o seu chamado.
Levo minha jangada até ele, e começo a navegar.
Quer o amigo mar que eu me entregue e deixe tudo pra trás.
Não! Minha natureza não permite, meu coração não quer.
Permaneço navegando tendo o sol e o mar como companheiros.
Em minhas profundas reflexões, recebo dos dois belos conselhos,
E passo a tê-los não só como companheiros, mas também como guias.
A vida me passa pela cabeça, em minha jornada no mar. Procuro respostas.
Quando finalmente todas as preocupações e ansiedade de desprendem de mim.
Meus olhos encontram deitada na praia, a mais bela morena.
Sopra o vento para alvoroçar seus cabelos.
Quero eu trocar a companhia do sol e do mar, deixar de navegar.
Me jogar nos braços da morena. Mas não posso.
Enquanto o coração manda que largue tudo para abraçá-la, a razão diz que não é o tempo
Quem seguir? Não sei. Não tenho a resposta. E tão breve não a terei.
Mas meu coração ainda quer a bela morena.
E enquanto o tempo não chega decido apenas observá-la.
De bem longe, de cima de minha jangada.
Até que ela veja da praia que alguém a espera.
segunda-feira, junho 18, 2007
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